Estes livros de empirismo em PDF reúnem as obras e os estudos da corrente que diz que todo conhecimento nasce da experiência. Você encontra de Berkeley e Hume até o empirismo lógico do século XX.
John Locke via a mente como uma tábula rasa, sem ideias inatas, preenchida pelo que os sentidos captam. Berkeley afirmou que ser é ser percebido, e Hume mostrou que nem a causalidade escapa da dúvida.
Cada PDF cobre um passo dessa história, do método indutivo de Francis Bacon ao Círculo de Viena. Comece pelas obras dos próprios filósofos e use os estudos para aprofundar.
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Obras Originais
Livros dos Filósofos Empiristas
Nada substitui ler os empiristas na fonte: aqui estão Berkeley e Hume em boas traduções, da percepção às paixões. Também está Thomas Hobbes, precursor que já explicava o conhecimento a partir das sensações.
Edição didática do primeiro dos Três Diálogos, com introdução e notas para estudantes. Philonous defende que ser é ser percebido e desmonta a ideia de uma matéria que existe independente da mente.
Hume aplica o método empirista à religião: três personagens discutem se é possível provar a existência de Deus pela observação da natureza. O livro mais ousado de Hume, publicado só depois de sua morte, em tradução da Editora da UFBA.
A primeira grande obra de Berkeley, que explica como aprendemos a perceber distâncias, tamanhos e posições pela associação entre visão e tato. Tradução completa e anotada de José Oscar de Almeida Marques, acompanhada do texto de 1733 em que Berkeley defende sua teoria.
Hume explica o orgulho, a humildade, o amor, o ódio e as demais paixões a partir das impressões e da associação de ideias. É a versão mais enxuta e madura do livro II do Tratado da Natureza Humana, em tradução de Jaimir Conte.
A parte de lógica dos Elementos de Filosofia, em que Hobbes parte das sensações para explicar o conhecimento e define o raciocínio como um cálculo com nomes. Tradução de José Oscar de Almeida Marques, que situa a obra entre os precursores do empirismo inglês.
Nos séculos XVII e XVIII, Bacon, Locke, Berkeley e Hume puseram a experiência no centro do conhecimento. Estes estudos sobre o empirismo moderno explicam a indução, a origem das ideias, a causalidade e a moral.
Capítulo universitário que apresenta os três grandes empiristas britânicos: a origem das ideias na experiência, a crítica às ideias inatas, o imaterialismo de Berkeley e o ceticismo mitigado de Hume. A melhor porta de entrada para o tema.
Material didático que compara racionalismo e empirismo e apresenta Bacon, Locke, Berkeley e Hume em linguagem simples. Traz exercícios de fixação e uma seção de questões do ENEM para quem se prepara para o vestibular.
Dissertação sobre o método indutivo de Francis Bacon, a teoria dos ídolos e a ideia de verdade que sustenta o Novum Organum. Mostra como Bacon pôs a experiência e o experimento no centro da ciência moderna.
Texto curto e acessível sobre a resposta de Locke às ideias inatas de Descartes: a mente como uma tábula rasa que só se preenche com a experiência. Uma boa entrada para o lado empirista do debate.
Daniel Soares das Chagas e Vitor Mateus Oliveira Fantoni
Dissertação que reconstrói, passo a passo, como Locke explica a formação das ideias gerais a partir das ideias simples. Estudo rigoroso para quem quer entender o Ensaio sobre o Entendimento Humano por dentro.
Ensaio sobre a teoria das ideias abstratas em Locke, Berkeley e Hume, escrito por ocasião da tradução brasileira do Tratado da Natureza Humana. Curto e denso, assinado por um dos maiores especialistas no tema.
Dissertação que analisa como Berkeley tentou refutar o ceticismo e por que muitos leitores viram nele justamente um cético. Estudo detalhado sobre percepção, matéria e realidade.
Dissertação sobre a análise de Hume da causalidade: por que não percebemos nenhuma conexão necessária entre causa e efeito e como o hábito sustenta nossas inferências. Cobre o ponto mais famoso do empirismo de Hume.
Dissertação que mostra como Hume funda a moral nos sentimentos e na experiência, e não na razão. Explica a passagem do ser ao dever ser e o papel da simpatia nos juízos morais.
Dissertação sobre a crítica de Hume às noções de substância material e de alma, e sobre sua tese de que o eu é um feixe de percepções. Um estudo completo do problema da identidade pessoal no empirismo.
Capítulo de história da psicologia que acompanha o crescimento do empirismo no século XVIII, com o associacionismo e o materialismo. Mostra como as ideias de Locke e Hume prepararam a psicologia científica.
Dissertação sobre Johann Nicolas Tetens e a psicologia empírica do século XVIII, que deve muito a Locke e Hume. Mostra a passagem do empirismo filosófico para o estudo experimental da mente.
No século XX, o Círculo de Viena transformou o empirismo em um programa para a ciência. Aqui estão o empirismo lógico, a crítica de Wilfrid Sellars ao mito do dado e o empirismo construtivo de Bas van Fraassen.
Dissertação que lê o empirismo lógico a partir do contexto em que nasceu o Círculo de Viena, na Europa entreguerras, destacando suas dimensões sociais, políticas e educacionais. Mostra que o movimento foi além da epistemologia e da filosofia da ciência.
Artigo claro sobre como o empirismo lógico tentou ligar as teorias científicas à observação. Discute a distinção entre linguagem observacional e linguagem teórica, de Bacon ao Círculo de Viena.
Artigo sobre Empirismo e Filosofia da Mente, o ensaio em que Wilfrid Sellars critica o mito do dado e a ideia de que o conhecimento repousa em sensações puras. Explica a teoria do pensamento que ele propõe no lugar.
Dissertação sobre o empirismo construtivo de Bas van Fraassen, a versão mais influente do empirismo atual. Discute a distinção entre observável e inobservável e por que, para ele, basta que uma teoria científica seja empiricamente adequada.
O empirismo ganha sentido quando lido ao lado do racionalismo, que confiava na razão acima dos sentidos. Se o Círculo de Viena chamou sua atenção, siga com os livros de positivismo.
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