Estes livros de racionalismo em PDF partem de uma pergunta: o conhecimento vem da razão ou da experiência? Os racionalistas respondem que vem da razão, e René Descartes foi o primeiro a defender isso com força no século XVII.
A ideia ganhou corpo com a modernidade e a Revolução Científica, mas é antiga: Platão já via na razão o caminho para a verdade. Aqui estão as obras de Descartes, Spinoza, Leibniz e Pascal, e os melhores estudos para entendê-las.
Você também vai encontrar o debate com o empirismo, as ideias inatas e o racionalismo crítico de Popper e Bachelard. Todos os livros são grátis e sem cadastro, e você pode baixar a coleção inteira num único arquivo.
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Panorama
Livros de Racionalismo
Estes livros de racionalismo contam a história da corrente, do século XVII aos debates de hoje. São o melhor ponto de partida para entender por que a razão virou o caminho para o conhecimento.
Um panorama claro do racionalismo do século XVII, que acompanha Bacon, Descartes, Pascal, Spinoza e Leibniz para mostrar como a razão se tornou o caminho para o conhecimento. Ótimo ponto de partida para quem está começando no tema.
Capítulo didático sobre a teoria do conhecimento de Descartes nas Meditações: dúvida metódica, Cogito, a regra da clareza e distinção, a existência de Deus e o problema do erro. Explicado passo a passo, ideal para estudar para provas.
Coletânea de ensaios sobre os grandes debates dos séculos XVII e XVIII, com capítulos sobre o racionalismo de Spinoza, a geometria dos afetos, Leibniz, Hume e o problema da indução. Para aprofundar a filosofia moderna além dos manuais.
Emanuel Angelo da Rocha Fragoso, Luiz Felipe Sahd e Ana Helena Gomes
Um estudo sobre como Paul Feyerabend situa as origens do racionalismo ocidental na passagem de Homero a Xenófanes e Parmênides, e por que ele desconfia da razão abstrata como guia único do conhecimento.
Dissertação que defende o racionalismo hoje: argumenta que conhecemos as verdades da lógica a priori, pela razão e não pela experiência, e discute aprioridade, necessidade e revisão das crenças.
Aqui estão as obras originais do racionalismo, do Discurso do Método e das Meditações de Descartes à Ética de Spinoza, escrita à maneira dos geômetras. Também estão a Monadologia de Leibniz, os Pensamentos de Pascal e um diálogo de Malebranche.
A obra que inaugurou a filosofia moderna. Descartes conta como decidiu duvidar de tudo o que tinha aprendido, apresenta as quatro regras do seu método e chega ao célebre "Penso, logo existo".
As seis meditações em que Descartes duvida de tudo, encontra no "penso, logo existo" a primeira certeza e prova a existência de Deus e a distinção entre a alma e o corpo. O texto central do racionalismo.
O primeiro esboço do método cartesiano, em regras numeradas que ensinam a conduzir o pensamento com ordem, da intuição à dedução. Mostra como Descartes quis aplicar o rigor da matemática a todo o conhecimento.
A exposição mais completa do sistema de Descartes, escrita como manual: dos princípios do conhecimento humano à física do mundo material. Leitura essencial para entender o racionalismo cartesiano por inteiro.
A obra-prima de Spinoza, escrita como um tratado de geometria, com definições, axiomas e demonstrações. Vai de Deus e da natureza da mente até os afetos e a liberdade humana.
O tratado em que Spinoza pergunta como corrigir o intelecto para chegar ao verdadeiro conhecimento das coisas. Uma introdução curta ao método e à ideia de verdade do filósofo.
Os 90 parágrafos em que Leibniz descreve um universo feito de mônadas, com tradução e um amplo estudo introdutório de Adelino Cardoso. Inclui as noções de harmonia preestabelecida e de razão suficiente.
A resposta de Leibniz ao Ensaio de Locke, em forma de diálogo. Este volume reúne as noções inatas e as ideias, o centro da defesa racionalista contra o empirismo.
Os fragmentos em que Pascal, matemático e racionalista, mostra os limites da razão e defende que "o coração tem razões que a própria razão desconhece". Um contraponto indispensável a Descartes.
Tradução do primeiro dos Diálogos de Malebranche, o grande continuador de Descartes, com introdução didática. Trata das ideias e do mundo inteligível, e mostra que vemos todas as coisas em Deus.
Coletânea de estudos sobre a atualidade de Spinoza, com ensaios sobre guerra, paz, direito, política e afetos escritos por especialistas do Brasil e da América Latina.
Rafael Cataneo Becker, Emanuel Angelo da Rocha Fragoso e Francisco de Guimaraens
Para os racionalistas a razão vem primeiro, e para Locke e Hume tudo começa na experiência. Estes livros explicam a diferença entre racionalismo e empirismo e mostram como Kant tentou unir os dois lados.
Livro didático que percorre o debate sobre a origem do conhecimento: o racionalismo de Descartes, o empirismo de Locke, Berkeley e Hume, e a filosofia crítica de Kant, que tentou unir os dois lados. Ideal para entender a diferença entre racionalismo e empirismo.
Um artigo que discute o que significam os rótulos racionalismo e empirismo, de onde vieram e quais os seus limites para entender a filosofia moderna de Descartes a Hume.
Artigo que compara as duas grandes respostas sobre a origem do conhecimento: a experiência, segundo Locke e Hume, e a razão, segundo Descartes e Leibniz, até chegar à síntese de Kant. Leitura curta e direta para quem está estudando o tema.
Um artigo que questiona a própria divisão entre racionalistas e empiristas e mostra que ela foi criada depois, a partir de Kant. Ótimo para ir além dos resumos escolares e entender como se escreve a história da filosofia.
Mostra como David Hume criticou a ideia de que a moral se conhece pela razão, como a matemática, e defendeu que as distinções morais nascem do sentimento.
Nascemos com ideias já prontas na mente, como diziam Descartes e Leibniz, ou a mente é uma tábula rasa, como dizia Locke? Estes estudos explicam a teoria das ideias inatas, o coração do racionalismo, e a sua raiz em Platão.
Estudo sobre como Descartes passou a entender as ideias como conteúdos da mente e, com isso, devolveu força à doutrina das ideias inatas. Explica a ligação entre o inatismo e a teoria cartesiana da percepção.
Um artigo que coloca lado a lado o inatismo de Descartes e a resposta de Leibniz à crítica de Locke às ideias inatas. Reúne os três protagonistas do debate num texto só.
Mostra como a teoria da percepção de Descartes molda o inatismo de Leibniz e a sua defesa das ideias inatas contra Locke. Indicado para quem quer entender o que Leibniz herdou de Descartes.
Artigo sobre a disputa do inatismo nos Novos Ensaios de Leibniz e a forma como Kant transformou a ideia de inato em conhecimento a priori. Faz a ponte entre o racionalismo e a filosofia crítica.
Texto curto e acessível sobre a resposta de Locke às ideias inatas de Descartes: a mente como uma tábula rasa que só se preenche com a experiência. Uma boa entrada para o lado empirista do debate.
Daniel Soares das Chagas e Vitor Mateus Oliveira Fantoni
Estudo sobre a teoria platônica de que aprender é recordar, no Mênon e no Fédon, a raiz antiga da ideia de que a alma já traz conhecimentos consigo. Para entender de onde vem o inatismo.
No século XX, a razão voltou ao centro com Karl Popper, que propôs testar as teorias em vez de prová-las. Estes livros de racionalismo crítico também trazem o racionalismo aplicado de Gaston Bachelard.
Livro completo sobre o pensamento de Karl Popper, que liga a sua teoria do conhecimento à defesa da sociedade aberta e à crítica de Hegel e Marx. Mostra como o racionalismo crítico vale tanto para a ciência quanto para a política.
Dissertação que explica o racionalismo crítico de Popper como um elo entre a racionalidade científica e a racionalidade política. Percorre o falsificacionismo, o falibilismo e a sociedade aberta.
Artigo que mostra como o falsificacionismo leva Popper a uma ideia de conhecimento sempre provisório, em que a crítica é o critério da racionalidade. Claro e bem estruturado.
Mostra como Popper levou o racionalismo crítico para a política: a crítica às utopias, a Platão e ao historicismo de Hegel e Marx, e a defesa de reformas graduais numa sociedade aberta.
Uma introdução ao racionalismo crítico de Popper e ao seu lugar na epistemologia, pensada para a formação de professores de ciências. Boa leitura para quem chega ao tema pela primeira vez.
Marco Aurélio Clemente Gonçalves e Agustín Adúriz-Bravo
Explica o racionalismo aplicado de Gaston Bachelard: uma razão que dialoga com a ciência, se divide em racionalismos regionais e exige vigilância intelectual constante.
Como a ciência sabe o que sabe? Estes livros mostram o papel da razão e do método na construção do conhecimento científico, de Descartes a Popper e Kuhn.
Livro didático completo sobre como a ciência produz conhecimento: método, hipóteses, leis, explicações, teorias, os paradigmas de Kuhn e o papel dos valores. Uma das melhores introduções à filosofia da ciência em português.
Um percurso pela história das ideias científicas, da física dos antigos à Revolução Científica e à revolução cartesiana, até os paradigmas contemporâneos. Ilustrado e com linguagem acessível.
Livro sobre a história e a filosofia da ciência pensado para professores, com os principais modelos de ciência e as suas consequências para o ensino de ciências na escola.
Material de formação docente que apresenta a lógica e as grandes questões da filosofia da ciência: método, indução, falsificação e as revoluções científicas.
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho
Uma introdução curta à filosofia da ciência, com a diferença entre história interna e externa da ciência e as ideias de Popper, Kuhn e outros autores sobre o progresso científico.
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